terça-feira, 25 de setembro de 2018

sábado, 25 de agosto de 2018

79 M E S E S

Tem dias mais dolorosos que outros! A vida continua a solidão é cada vez maior.
Sofro em silêncio mas consciente!
Penso em ti sempre.

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

quarta-feira, 25 de julho de 2018

7 A N O S

Faz hoje sete anos que meu pai partiu. Tenho tantas,mas tantas saudades. Não consigo escrever uma única palavra, não consigo pensar Nele sem me comover. Foste, és e serás sempre o melhor pai que eu podia ter tido!

78 M E S E S


segunda-feira, 23 de julho de 2018

quarta-feira, 27 de junho de 2018



Sempre com lágrimas nos olhos pelo tanto que o Nando adorava esta música!

Será eterna em mim!

segunda-feira, 25 de junho de 2018

sábado, 16 de junho de 2018

Ercília Costa. O Meu Filho



Minha Mãe adorava cantar, principalmente fados. Sempre que ouço alguns deles, da Amália entre outros fadistas, consigo lembrar, de ouvir minha Mãe a cantá-los e mesmo eu, consigo trautear pelo menos o refrão!



Acontece que hoje, numa festa que fui e em que o meu cunhado participou num pequeno teatro, que foi seguido por uma seção de fados, ouvi este, que depois pesquisei e que nunca o tinha ouvido, ou se tinha, não lembro em absoluto de a ouvir cantar.

Adorei a letra, com acho de um grande sentimento e sendo realmente muito antiga, de 1930 creio eu, acho realmente "estranho" não me lembrar de ela a trautear. Gostei tanto mas tanto de ouvir a Srª, amiga de meus cunhados e já com 73 anos a cantar o fado, principalmente este fado!

"Pedi a Deus que me desse
Um testemunho de amor
E Deus que ouviu minha prece
Deu-me um filho encantador

Sua graça é tão imensa / E é tão grande o seu carinho
Que trago a vida suspensa / Na vida do meu filhinho

Nunca o hei-de trocar / Pelos tesoiros mais vastos
Ainda que tenha de andar / A vida inteira de rastos

Nesta alegria envolvida / Vivo mais do que ninguém
Há sempre mais que uma vida / No peito de quem é mãe"

domingo, 10 de junho de 2018

sábado, 26 de maio de 2018

LEMBREI UM TEMPO JÁ ESQUECIDO!


Desde o dia 11 de outubro de 2011 e depois de várias trocas de impressões e vários documentos entregues, ao administrador de Insolvências depois de ter vindo tudo indeferido em relação à possibilidade de poder receber pelo menos o Fundo de Garantia Salarial, (foi entregue fora de prazo) já que a indemnização a vi por um "canudo" (30.058,48 €) eis que, ao fim de quase 7 anos, recebo uma carta que me deixou,triste, revoltada e principalmente só!

Ao fim de toda a gente saber que sim, a insolvência não foi honesta, ao fim de ter mostrado provas disso mesmo, eis que recebo uma carta do Tribunal Judicial da Comarca do Porto, a dizer que:"... apresentar o Parecer legalmente previsto, concluindo pela qualificação da insolvência da Firma "tal" . Como fortuita, tendo por base a apresentação atempada à insolvência, o cumprimento do dever de colaboração e a inexistência de indícios de sonegação do património, com o intuito de dificultar ou prejudicar a satisfação dos credores da insolvente ou outro intuito,concluindo assim que dos elementos recolhidos não se encontram preenchidas nenhumas das condições previstas na lei para qualificar como culposa a insolvência..."!

E é este o País que temos o País onde as firmas fazem o que querem e de tal maneira "bem feita" que quem se lixa é sempre o mexilhão.

Sei que na altura, não tinha uma grande estrutura emocional para poder lutar quase sozinha porque além de sermos muito poucos, a maioria não quis saber e houve até pelo menos 2, que compactuaram com vários esquemas, mas devia ter feito o que uma advogada me disse, meter logo uma providência cautelar e não deixarmos sair stock pela porta fora, como foi feito nas "nossas barbas" e isto tudo aliado ao facto de me ter "metido" com um advogado, que ninguém me tira da cabeça andou a "mamar" do outro lado o que fez que todos os prazos prescrevessem e eu ficasse absolutamente sem nada! no Mínimo revoltante...

https://oolhardamente.blogspot.pt/2011/10/pelo-menos-tentar.html

sexta-feira, 25 de maio de 2018

quinta-feira, 17 de maio de 2018

4 A N O S

Mais um ano sem a tua presença!
Entendo quando dizem que as Mães deviam ser eternas...
Tinha tanto para te contar!
Jamais te esquecerei. Mãe