sábado, 25 de janeiro de 2020

96 M E S E S (8 LONGOS ANOS)










E tão, mas tão presente em minha memória!

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

PARABÉNS SÉRGIO

pelo teu aniversário.


Que sejas feliz sempre é a minha maior alegria.
És e serás sempre o meu "pimpolhinho lindo.

sábado, 28 de dezembro de 2019

TOUJOURS DANS MON COEUR

DESCANSE EM PAZ



Nasceu: 22 de Novembro de 1950 

 Faleceu: 27 de Dezembro de 2017 

quarta-feira, 25 de dezembro de 2019

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

sábado, 30 de novembro de 2019

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

94 ME S E S

A pior saudade, é quando se sabe que a pessoa não volta mais!
Dizem que o tempo tudo apaga, tudo cura, mas eu  penso que não! o que o tempo faz, é vermos o futuro, com um perspetiva diferente.

Eu já aqui escrevi, várias vezes, que todos os dias penso Nele,  muitas vezes basta ver algo, como por exemplo quando vou à garagem, que é o lugar onde está, não digo tudo, mas grande parte está como ele deixou....
A vida continua e o que me "mói" é pensar que ele podia ter durado, muitos mais anos, afinal tinha só 53! ...
Hoje é dia do meu aniversário...

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Charles Aznavour - Que c´est triste Venise

É com tristeza que se assiste ao que está a acontecer em Veneza!



"Com ela morrerá, a breve prazo submersa, a capital de Arte, o emblema do Renascimento, o último refugio dos amantes em busca do sonho proibido, os gondolieri dotados, e mesmo os mais desafinados. os vaporettos, as pequenas orquestras tocando nas esplanadas e um sentimento - talvez decadente como a velha Europa...- mas ainda lindíssimo como Santuário de Artes e Cultura que dela irradiava."

(Pedro Barroso)

terça-feira, 29 de outubro de 2019

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

domingo, 13 de outubro de 2019

sábado, 12 de outubro de 2019

quinta-feira, 10 de outubro de 2019


“Aqui estou eu debruçada na janela do meu quarto a tentar avistar o brilho de uma estrela cintilante nesta noite gelada e escura enquanto seguro a caneca quente de chá, que me acalma o estômago… acabando por perceber que até a caneca sujeita ao vento frio que invade o meu quarto se mantém quente mais tempo do que o meu coração outrora o foi…”